Quanto dinheiro você imagina que vai ganhar durante toda a sua vida? Você acredita que se trabalhar muito pode chegar a um milhão? Você já pensou em participar do Big Brother Brasil ou qualquer reality show parecido para ser um milionário? No esporte, principalmente nas grandes ligas americanas, basta ser um excelente jogador para chegar ao topo do mundo. Uma estrela de um time pode ganhar não só um milhão de dólares como U$ 100 milhões de dólares ou muito mais do que isso. Na MLB, maior liga de beisebol do planeta, 23 atletas ganham no mínimo esse valor ou bem mais que o dobro disso. Em mais uma lista de grande interesse da Sports Illustrated, os milionários do taco que arremessam a bolinha com extrema precisão ou fazem home runs como ninguém garantindo muito dinheiro no bolso e principalmente nas suas contas bancárias.
1. Alex Rodriguez
10 anos, $275 milhões - New York Yankees
2. Derek Jeter
10 anos, $189 milhões - New York Yankees
3. Joe Mauer
8 anos, $184 milhões - Minnesota Twins
4. Mark Teixeira
8 years, $180 milhões - New York Yankees
5. CC Sabathia
7 anos, $161 milhões - New York Yankees
6. Manny Ramirez
8 anos, $160 milhões - Chicago White Sox
7. Miguel Cabrera
8 anos, $153.3 milhões - Detroit Tigers
8. Carl Crawford
7 anos, $142 milhões - Tampa Bay Rays
9. Todd Helton
9 anos, $141.5 milhões - Colorado Rockies
10. Johan Santana
6 anos, $137.5 milhões - New York Mets Continue lendo >>

Dia de sol, muito calor e até uma partida de futebol sob o chão de terra batida. Na África é quase sempre assim, pelo menos até o dia que começa a chover, fazer frio e fazer parecer que não se está mais no continente mais árido do planeta. A ironia do destino vai um pouco mais adiante, conta com uma montanha cujo topo é branco, coberto de neve em uma visão única, mesmo que ela esteja derretendo por conta do aquecimento global. É hora de colocar a mochila nas costas, é hora de preparar o saco de dormir, o cantil e todos os equipamentos necessários para se fazer uma trilha, e principalmente uma escalada. Chegou o dia de subir no ponto mais alto do continente africano, o quarto ponto mais alto do mundo, é dia de escalar o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, fronteira com o Quênia.
A campeã mundial e medalhista de prata olímpica no Badminton, Gail Emms, sorri com seu casaco vermelho e parece estar confiante. O ciclista alemão paraolímpico Michael Teuber caminha determinado pela lama e todo sentam juntos à mesa para apreciar o que parece ser um delicioso café da manhã. No total o grupo tem 28 pessoas, só que uma delas chama um pouco mais atenção e é na verdade a grande idealizadora do desafio. Seu nome é Martina Navratilova, maior vencedora de torneios de tênis incluindo homens ou mulheres com 167 conquistas no total. Aos 54 anos de idade ela já superou inúmeros obstáculos em sua vida, inclusive um câncer de mama, descoberto em um exame rotineiro. Subir até o Pico Uhuru não deve ser problema para a mulher que parece não se cansar jamais.
A idéia de escalar o monte Kilimanjaro, juntamente com outros 27 atletas que incluem Gail Emms e Michael Teuber, surgiu para arrecadar fundos que serão destinados à Laureus Sport for Good Foundation, entidade que apoia cerca de 80 projetos em todo o mundo, incluindo quatro nos Estados Unidos e também um no Brasil. Martina declarou que sempre teve vontade de fazer algo como isso, mas que estava muito ocupada jogando tênis. Agora a lendária atleta finalmente consegue dar início ao seu sonho e vai além, dizendo que - "Não quero estar acabada aos 60. Sempre soube que o tempo era limitado, mas ao mesmo tempo sempre pensei que tinha muito tempo para isso. Agora, depois disso, não tenho tanta certeza. Devo acelerar um pouco para ter certeza de fazer as coisas". disse Navratilova em Londres, ao jornal Telegraph.

Ninguém pode se esquecer que apesar de ser por uma boa causa, se trata de um grande desafio. Se trata de subir 5.891,8 m em condições adversas, onde talvez nem todos cheguem até o final mas onde todos contam com kits de sobrevivência, grande equipes de apoio e um treinamento forte que até mesmo Martina Navratilova realizou subindo escadarias de prédios e até mesmo entrando em câmaras que imitavam os níveis de oxigênio simulando os mesmo níveis que serão encontrados no Kilimanjaro. Esse tipo de desafio renova a vida de uma pessoa, lhe ajuda a crescer espiritualmente e se conquistado em sua plenitude pode até emocionar e levar às lágrimas, pelos menos é isso que espera a grande Martina, a grande atleta que disse chorar até em filmes e hino nacional, porque não choraria em mais uma conquista na sua vida repleta de glórias. (Fotos: Chris Jackson/Getty Images for Laureus via PicApp) Continue lendo >>

É inevitável que todo Monday Night Football seja aguardado com extrema ansiedade pelos fãs da NFL, principalmente pelo torcedor do time que irá atuar na grande noite do Futebol Americano. Só que nesta primeira segunda-feira do último mês de 2010 não havia quem não tivesse interesse na partida que já era emblemática antes mesmo de ter o seu início. De um lado estava o New England Patriots com nove vitórias e apenas duas derrotas nesta temporada, do outro o visitante New York Jets que também tinha nove vitórias e duas derrotas em sua atual campanha. O grande duelo servia como um tira-teima, para que um deles se igualasse ao Falcons como o melhor do ano, o equilíbrio total era muito esperado mas o que se viu dentro de campo foi um verdadeiro massacre.
No dia 19 de setembro, ainda na segunda semana da temporada, Patriots e Jets se enfrentaram no New Meadowlands Stadium, em Nova York. A competição ainda estava no começo e as duas equipes ainda nem imaginavam que estariam entre as três melhores na 13ª semana. Aquele jogo sim foi muito equilibrado e terminou com um placar de 28 a 14 para os donos da casa. O New York Jets já tinha a vantagem sobre o rival da Divisão Leste na Conferência Americana mas acabou perdendo duas partidas enquanto o time da Nova Inglaterra só foi perder apenas mais uma vez para Cleveland Browns. Era difícil evitar um sentimento de revanche, talvez a vontade de vencer fosse tanta que a equipe liderada por Tom Brady acabou indo para cima do adversário com tanta vontade que simplesmente não deu a menor chance para eles, nem um touchdown que fosse o Jets conseguiu anotar.
No intervalo da partida, quando o placar já marcava 24 a 3, o Patriots homenageou seu ex-jogador Tedy Bruschi. O sua camisa número 54 já não é usada há muito tempo e por isso está sendo aposentada, porque o atleta atuou durante toda a sua carreira (entre 1996 e 2008) somente na equipe do New England Patriots. E nenhum torcedor esquecerá os três títulos do Super Bowl e tão pouco a partida de 2003 contra o Miami Dolphins, disputada na neve e fazendo todos brincarem na superfície branca com a maior alegria e nenhum frio depois do grande triunfo alcançado naquele dia. Durante seu discurso de agradecimento Bruschi disse que viu um pouco de neve cair na noite de ontem, ele tinha certeza que a equipe não iria perder o jogo da segunda-feira à noite, ele mal sabia o que Tom Brady ainda iria fazer nesta noite tão gelada.

Passe para Wes Welker, passe para Aaron Hernandez, Brady está incrível e gora acumula 252 passes para TD na carreira, entrando no seleto clube de apenas 14 quarterbacks com pelo menos 250 TDs na carreira. O grande jogador do Patriots ainda alcança a 26ª vitória seguida em casa e supera o veterano Brett Favre, que ganhou 25 partidas seguidas no estádio Lambeau Field pelo Green Bay Packers entre 1995 e 1998. O New England Patriots massacra o New York Jets por 45 a 3 e chega a dez vitórias e apenas duas derrotas, deixando o rival para trás com 9-2 e igualando a campanha do Atlanta Falcons que no domingo derrotou o Tampa Bay. As duas melhores equipes da temporada regular tentarão agora manter suas excelentes campanhas, mas um encontro entre ambas só será possível se conseguirem chegar no Super Bowl. (Fotos: Jim Rogash/Getty Images via PicApp) Continue lendo >>

Como um jovem que entra na universidade pela primeira vez na vida, os jogadores de tênis da Sérvia rasparam a suas cabeças após conquistarem a Copa Davis, afinal era a primeira vez em toda a história que isso estava acontecendo. A conquista aconteceu neste domingo mas ela começou para valer mesmo em março, quando o país enfrentou os Estados Unidos e via o rival desistindo ali de serem campeões novamente, tudo porque não mandaram para a Belgrado Arena, em Belgrado, os seus melhores jogadores. Não foi por isso fácil, acabou com uma vitória apertada de 3 a 2, mas começava ali uma arrancada da equipe comandada por Novak Djokovic que talvez nem os próprios jogadores e principalmente os torcedores pudessem imaginar que resultaria em título.
Djokovic inclusive pode ser considerado o maior herói da Sérvia nesta conquista inédita. O jogador que da muito trabalho para Roger Federer e Rafael Nadal simplesmente venceu todas as suas partidas de simples na Copa Davis, sendo quase sempre duas em cada confronto. Ele passou por Sam Querrey e John Isner na estreia, superou Ivan Ljubičić e Marin Čilić na melhor vitória da equipe que fez 4 a 1 na Croácia, venceu Tomáš Berdych na semifinal contra a República Tcheca e quase complicou as coisas quando no mesmo confronto perdendo o jogo de duplas atuando ao lado de Nenad Zimonjić. Por sorte Janko Tipsarević venceu suas duas partidas e não foi apenas ele que ajudou a salvar a pele dos sérvios e contribuir para que suas cabeças fossem raspadas.
O outro herói do time é Viktor Troicki, mas não pela semifinal vencida mais uma vez pelo placar apertado de 3 a 2 porque lá ele perdeu para Radek Štěpánek. E sim pela grande final diante da França mais uma vez jogando em Belgrado, onde Tipsarević não conseguiu o mesmo desempenho que havia conseguido antes, onde Djokovic repetiu o desempenho que vinha tendo em todo o campeonato e onde a dupla não conseguiu vencer mais uma vez. O drama estava pronto, o placar em desvantagem, a torcida apreensiva e tudo de pior acontecendo. Até que no domingo finalmente o dia de soltar o grito de campeão chegou, mais uma vez com Novak Djokovic comandando a reação com uma vitória sobre Gaël Monfils, e depois com Viktor Troicki dando a volta por cima e selando a grande conquista com um triunfo arrasador sobre Michaël Llodra.

Apesar de derrota a França deve sair de cabeça erguida da Copa Davis neste ano. Em uma campanha brilhante só havia perdido um jogo na estreia diante da Alemanha. Depois disso fez cinco a zero na toda poderosa Espanha que não contou com Nadal no duelo, vendo David Ferrer, Fernando Verdasco e Nicolas Almagro sucumbirem. Depois repetiu o massacre sobre a Argentina na semifinal onde nem David Nalbandian conseguiu salvar a pele dos hermanos. Talvez o excesso de confiança tenha os feito pensar que já eram campeões antes da hora, talvez os resultados do primeiro dia, a ausência de Arnaud Clément e o excesso de revezamento entre os tenistas tenha prejudicado. Sorte do rival que acabou campeão na base da superação, sorte da Sérvia que terminou o dia sem cabelos mas com uma taça que jamais havia ganho em toda a sua história. (Fotos: Julian Finney/Getty Images via PicApp) Continue lendo >>

Parace até que foi ontem. No dia 29 de maio de 1995 Derek Jeter fazia a sua estréia na MLB jogando pelo New York Yankees. O começo quase sempre é duro para os calouros e não foi diferente com o jogador que conseguiria se recuperar já no ano seguinte, promovido a shortstop e já sendo campeão na equipe da Big Apple. Daí em diante foi só alegria no Bronx, Jeter foi selecionado onze vezes para o All-Star Game da MLB, acumulou cinco conquistas da World Series, levou prêmios de MVP, Babe Ruth Award, Roberto Clemente Award e foi aleito o Sportsman of the Year em 2009. No total são 234 home runs, 1685 corridas anotadas em 2926 rebatidas válidas. Os números caminham ao seu lado e só o ajudam, exceto talvez pela última temporada, uma temporada que ele quer apenas esquecer e apagar da sua carreira.
A luva de ouro ele ganhou, mas todos sabem que seus números ficaram bem abaixo do esperado, seu desempenho não chegou nem perto daquele que teve em 2009 e o seu time não chegou nem perto de ser campeão mais uma vez. Para piorar as coisas Derek Jeter se vê chegar aos 36 anos de idade e ficar bem longe do vigor que tinha no ano de 1996. O jogador se tornou um agente livre na MLB e sua prioridade é negociar com o time que acolheu no seu início de carreira e onde ficou até os dias de hoje. O valor do seu contrato, no entanto, é muito alto e não corresponde mais ao seu jogo, assim o impasse segue e as negociações tensas duram quase um mês inteiro. O acordo acaba sendo feito, e o New York Yankees mantém em casa um de seus filhos mais queridos de todos os tempos.
A torcida agradece imensamente Brian Cashman e agradece também o próprio Derek Jeter, pois ele aceitou uma redução salarial. O rebatedor renovou por três anos e vai jogar ainda até os 39 anos de idade, com possibilidades de renovação por mais um ano. Jeter irá receber um valor total de 51 milhões de dólares, cerca de 17 milhões de dólares em salários por cada temporada e mais oito milhões caso jogue a temporada em que completa 40 anos de vida. Uma vida que muito provavelmente será toda dedicada a apenas um time, um time onde fez a história acontecer nos últimos quinze anos e um time onde ainda pode fazer muita história nos próximos três anos. A camisa número dois de Nova York ainda continua na ativa e tem tudo para ser aposentada no futuro, assim como a camisa núemro 42, de Mariano Rivera, que também renovou e também continuará defendendo o time em 2011.

Rivera renovou por apenas dois anos, e também teve uma pequena redução em seus recebimentos anuais. Desta forma a franquia mais rica dos esportes norte-americanos alívia um pouco a sua extensa folha salarial, que incluem ainda Alex Rodriguez e CC Sabathia. Tudo para começar a pensar em outras contratações e reforços para 2011. Sendo que dentre os nomes em pauta estão o do pitcher Cliff Lee, que jogou pelos Rangers em 2010, e também o de Carl Crawford, que foi um dos destaques do Tampa Bay Rays. Certamente eles não vão pedir entre 22 a 24 milhões de dólares por ano como queria Derek Jeter, mesmo porque ainda não são como um filho para o Yankees, algo que sem dúvida querem se tornar um dia e desta forma não vão deixar passar essa grande oportunidade de jogar em um dos maiores times do mundo ao lado de um dos jogadores que já fez história por lá. (Fotos: ZumaPress e Monika Graff/UPI/Newscom via PicApp) Continue lendo >>

Não no palco das Olimpíadas, em Vancouver, mas no país que recebeu a maior competição dos esportes de inverno do planeta. A neve cobre as montanhas de branco e as atletas voltam para dar espetáculo com seus esquis descendo as montanhas. A nova temporada não começou boa para Lindsey Vonn, apenas provas de Slalom e Giant Slalom, desse jeito não tem como figurar nem entre as cinco mais bem colocadas na classificação geral. No total ela tem três títulos consecutivos da Copa do Mundo de Esqui Alpino, uma medalha de ouro olímpica e milhares de fãs lhe seguindo no Twitter e Facebook. Nem ela imaginava que sua vida em 2010 seria tão badalada como foi, festas, entrevistas, programas de TV e muito mais. Mas agora é hora de trabalhar, hora de voltar ao Canadá para voltar a vencer.
Ela não está em Vail, mas Lake Louise é como se fosse a sua segunda casa. 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010 também. Não tem um ano que passe em que Vonn não ganhe uma ou até duas vezes a prova de Downhill na montanha canadense, justamente a sua grande especialidade que lhe rendeu a maior glória de sua carreira neste país tão gelado. No total são nada a menos do que sete vezes que triunfou Lake Louise, não havia um lugar melhor para a primeira prova da qual é especialista, uma vitória a faria voltar para o jogo e voltar a mostrar para as rivais que tem plenas condições de ser tetracampeã na disputa. O problema não foi excesso de confiança, o problema foi a velha rival que tirou um pouco do seu brilho nas Olimpíadas e que conseguiu superar a rainha na prova que não teve muita sorte em Vancouver.
Sete triunfos em cinco anos sem dúvida assusta qualquer um, até mesmo a alemã Maria Riesch que ressaltava o feito da amiga em praticamente todas as entrevistas que concedia. O detalhe é que a vencedora de duas medalhas de ouro nas Olimpíadas já havia conseguido vencer uma prova de Downhill em Lake Louise também, pelo menos uma, em 2006. Ela sabe os caminhos da montanha canadense também, sabe descer não só o Downhill como o Slalom também, por isso já tem dois segundos lugares e uma vitória a coloca na liderança geral da competição. A esquiadora da show, consegue a glória e deixa a norte-americano sete vezes campeã neste palco em segundo lugar. A rainha que foi coroada em Vancouver consegue ser a melhor depois de muito tempo, só resta saber se ela conseguirá manter a força ou não.
A vida das esquiadoras não para e segue dura, Lake Louise terá mais uma prova de Downhill neste sábado e mais um Super G no domingo, mais duas chances para Lindsey Vonn não passar a nova temporada do Esqui Alpino em branco na cidade em que já alcançou a glória tantas vezes, mais duas chances para ela provar que pode voltar a vencer depois do sucesso, da fama e da badalação da mídia. Agora não é hora de aparecer nas capas das revistas, imitando a Sharaon Stone. Agora é hora de esquiar, de trabalhar, de vencer. Porque mesmo que a temporada esteja apenas em seu início, conseguir pontos agora pode ser determinante no final da disputa em março do ano que vem, e isso Maria Riesch, Tanja Poutiainen e até Elisabeth Görgl já estão fazendo, só falta agora Lindsey Vonn fazer para não ficar muito atrás delas. (Fotos: Alexis Boichard/Agence Zoom/Getty Images e Doug Pensinger/Getty Images via PicApp)
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